A ESCOLA DE JESUS
- ESTUDOS DO SERMÃO DO MONTE –
Capítulo II – Jesus e a Lei Judaica. (Mt 5, 17-48).
O texto de Mateus não se preocupa em colocar a lei mosaica abaixo das mensagens que Cristo transmitiu. Não há contradição entre a lei mosaica e a mensagem de Jesus, no entanto, acontece uma mudança no tocante à redenção humana de todo pecador.
No primeiro bloco, do versículo 17-20, observamos que especificamente o autor relata Jesus e a Lei de um modo geral. Como os próprios profetas anunciaram que viria um Messias salvador, observamos, portanto, em Cristo, que é tradução de Messias o cumprimento dessas leis que outrora eram vigentes e que faziam sentido para os judeus.
Analisando a Lei Mosaica, Jesus começa pelo homicídio. No tocante a este assunto, o Mestre analisa dizendo que devemos amar a todos quantos cruzarem o mesmo caminho que estamos inseridos nesta vida.
Os Escribas era o grupo dos que interpretavam a Lei para o povo de então dentro das sinagogas judaicas, no entanto, é contra essas interpretações que Cristo se levanta. Os homens do Sinédrio julgavam os delitos praticados pelos judeus, isto é, os Saduceus. Ouviam os casos e davam as recompensas para aquele(s) crime(s). Eles interpretavam a Lei de Moisés, e eles mesmos julgavam segundo os seus próprios preceitos e interpretações.
Falando sobre o adultério, Jesus orienta aos seus ouvintes a mesma coisa que por tradição eles talvez já tivessem ouvido. Não poderia começar de outra maneira a não ser desta: “Não adulterarás”. Em Jesus qualquer que pensar, cometeu adultério. Há um tom radical nos postulados de Cristo. Não precisa tomá-la para adultério, mas só olhá-la e apenas pelo simples fato de pensar algo em torno da cobiça, o pecado se tornou evidente. Jesus condena não a Lei Mosaica, mas as interpretações dos que criaram as suas próprias condições para a separação das suas respectivas mulheres.
Falando sobre os juramentos, Jesus resume praticamente à Lei Mosaica. No entanto, combate mais uma vez os ensinos dos Escribas que diziam sobre os juramentos. Pregavam para o povo que seu o juramento não toma o nome de Deus, não há problemas jurar e criar juramentos diante do povo ou de maneira particular. Jesus condena isto quando ele relata nem pelo céu, nem pela terra, nem pela cabeça como os líderes judaicos estavam ensinando. Jesus condena quando na verdade todas estas coisas estão ligadas a Deus, o dono de todos e tudo.
Falando sobre os inimigos, Jesus prega que os seus discípulos devem estar dispostos a sofrer antes de buscarem a vingança.
No decorrer dos textos, Cristo relata no campo da imaginação alguns exemplos que poderiam explicar o que na verdade Ele estava disposto a pregar. Podemos mais uma vez observar que Jesus não contradiz a Lei Mosaica, no entanto, condena a maliciosa atitude dos Escribas de acrescentar “odiarás a teu inimigo”. Em Lv 19, 18 podemos observar o que Jesus está ensinando. Não há contradição, no entanto, uma condenação pelos acréscimos feitos pelos Escribas.
Enfim...
Jesus reinterpreta as interpretações que existiam da Lei Mosaica. Estes faziam o que bem queriam da mesma. Jesus, portanto, muda a lógica de pensar de muitos líderes religiosos da época vigente.
Em suma, somente o amor deve ser o sentimento do coração do cristão. A vingança não faz parte dos que realmente amam a todos os homens de maneira incondicional e não de forma política. Não há espaços para vinganças, planos “maquiavélicos”, idéias opostas a tudo o que provêm do amor.
Jesus em toda sua fala não tira o teor divino que há na Lei Mosaica, no entanto, se considera uma pessoa disposta a combater interpretações humanas errôneas que muitos queriam fazer da palavra dinâmica de Deus, nosso senhor e criador.
Capítulo II – Jesus e a Lei Judaica. (Mt 5, 17-48).
O texto de Mateus não se preocupa em colocar a lei mosaica abaixo das mensagens que Cristo transmitiu. Não há contradição entre a lei mosaica e a mensagem de Jesus, no entanto, acontece uma mudança no tocante à redenção humana de todo pecador.
No primeiro bloco, do versículo 17-20, observamos que especificamente o autor relata Jesus e a Lei de um modo geral. Como os próprios profetas anunciaram que viria um Messias salvador, observamos, portanto, em Cristo, que é tradução de Messias o cumprimento dessas leis que outrora eram vigentes e que faziam sentido para os judeus.
Analisando a Lei Mosaica, Jesus começa pelo homicídio. No tocante a este assunto, o Mestre analisa dizendo que devemos amar a todos quantos cruzarem o mesmo caminho que estamos inseridos nesta vida.
Os Escribas era o grupo dos que interpretavam a Lei para o povo de então dentro das sinagogas judaicas, no entanto, é contra essas interpretações que Cristo se levanta. Os homens do Sinédrio julgavam os delitos praticados pelos judeus, isto é, os Saduceus. Ouviam os casos e davam as recompensas para aquele(s) crime(s). Eles interpretavam a Lei de Moisés, e eles mesmos julgavam segundo os seus próprios preceitos e interpretações.
Falando sobre o adultério, Jesus orienta aos seus ouvintes a mesma coisa que por tradição eles talvez já tivessem ouvido. Não poderia começar de outra maneira a não ser desta: “Não adulterarás”. Em Jesus qualquer que pensar, cometeu adultério. Há um tom radical nos postulados de Cristo. Não precisa tomá-la para adultério, mas só olhá-la e apenas pelo simples fato de pensar algo em torno da cobiça, o pecado se tornou evidente. Jesus condena não a Lei Mosaica, mas as interpretações dos que criaram as suas próprias condições para a separação das suas respectivas mulheres.
Falando sobre os juramentos, Jesus resume praticamente à Lei Mosaica. No entanto, combate mais uma vez os ensinos dos Escribas que diziam sobre os juramentos. Pregavam para o povo que seu o juramento não toma o nome de Deus, não há problemas jurar e criar juramentos diante do povo ou de maneira particular. Jesus condena isto quando ele relata nem pelo céu, nem pela terra, nem pela cabeça como os líderes judaicos estavam ensinando. Jesus condena quando na verdade todas estas coisas estão ligadas a Deus, o dono de todos e tudo.
Falando sobre os inimigos, Jesus prega que os seus discípulos devem estar dispostos a sofrer antes de buscarem a vingança.
No decorrer dos textos, Cristo relata no campo da imaginação alguns exemplos que poderiam explicar o que na verdade Ele estava disposto a pregar. Podemos mais uma vez observar que Jesus não contradiz a Lei Mosaica, no entanto, condena a maliciosa atitude dos Escribas de acrescentar “odiarás a teu inimigo”. Em Lv 19, 18 podemos observar o que Jesus está ensinando. Não há contradição, no entanto, uma condenação pelos acréscimos feitos pelos Escribas.
Enfim...
Jesus reinterpreta as interpretações que existiam da Lei Mosaica. Estes faziam o que bem queriam da mesma. Jesus, portanto, muda a lógica de pensar de muitos líderes religiosos da época vigente.
Em suma, somente o amor deve ser o sentimento do coração do cristão. A vingança não faz parte dos que realmente amam a todos os homens de maneira incondicional e não de forma política. Não há espaços para vinganças, planos “maquiavélicos”, idéias opostas a tudo o que provêm do amor.
Jesus em toda sua fala não tira o teor divino que há na Lei Mosaica, no entanto, se considera uma pessoa disposta a combater interpretações humanas errôneas que muitos queriam fazer da palavra dinâmica de Deus, nosso senhor e criador.
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