A ESCOLA DE JESUS
- ESTUDOS DO SERMÃO DO MONTE –
Capítulo V – Julgamento e Discriminação. (Mt 7, 1-6).
O texto começa impondo uma questão “Não julgues para que não sejais julgados”. Este imperativo tem a ver com a nossa postura diante de Deus e do próximo.
Neste texto aprendemos muitas lições no trato com a questão da crítica, tais como: 1- A crítica nem sempre tem a ver com condenação.
Precisamos ter um olhar crítico aos acontecimentos ao nosso redor e derredor. Nossa postura deve ser de não aceitarmos tudo o que for muito fácil e simples. Devemos colocar à prova todo o conhecimento, ou até mesmo “fofocas” e “estórias para boi dormir” que colocam diante de nós repetidas vezes. Nossa ação deve ser de crítica, a ponto de averiguarmos o que estamos sendo informados, pois se aceitarmos tudo o que ouvirmos seremos como “burro de carga” que só olha para frente em uma única direção.
2- A crítica nos atende primeiro e depois aos outros.
Repetidas vezes estamos preocupados com os outros, em criticar os outros e não enxergamos o pedaço de madeira que contém no olho do irmão. Esta é a expressão no sentido literal da palavra contida em Mt 7, 6.
A postura que nos leva a crítica deve nos levar primeiramente a nos criticar também. Olhar para as nossas ações como crentes em Jesus, possibilitam-nos entender onde estamos indo, para onde estamos indo e por que estamos indo. Com esta concepção intrínseca bem clara em nós, poderemos ser mais suáveis com os outros assim como somos na maioria das vezes conosco mesmos.
3- A crítica nos levar a primeiramente amar o nosso irmão.
No versículo 6, Jesus usa uma expressão ilustrativa, pois os porcos e os cães eram animais imundos para os judeus. Estes animais eram totalmente desprezíveis para os religiosos guardadores da Lei Mosaica.
Um judeu não convidaria um pagão para participar das suas festas religiosas, pois isto seria como atirar carne consagrada para o sacrifício a um imundo cão. Tampouco se arriscaria ao escárnio dos seus vizinhos gentios colocando diante deles “alimento” espiritual que eles não poderiam assimilar, pois isto seria como tentar alimentar imundos porcos com pérolas, sendo o único resultado que os porcos, achando intragáveis as pérolas, as calcariam sob os pés e se voltariam ferozmente contra os doadores. Darmos, ou oferecermos nossas pérolas como ajuda, conselho e preocupação serão inúteis a algumas pessoas que estão dispostas a não receberem qualquer tipo de ajuda.
O amor ao próximo deve ser o critério para toda e qualquer crítica, pois se nós não olharmos para o outro como se estivéssemos olhando para nós mesmos, nunca saberemos nos relacionar com nosso próximo, e inclusive ajudá-lo quando o mesmo precisar.
Enfim...
Que Deus nos ajude a entender a tomar as atitudes cabíveis quando nos relacionarmos com o próximo e com aqueles que realmente desejam e necessitam do nosso amor e atenção.
Capítulo V – Julgamento e Discriminação. (Mt 7, 1-6).
O texto começa impondo uma questão “Não julgues para que não sejais julgados”. Este imperativo tem a ver com a nossa postura diante de Deus e do próximo.
Neste texto aprendemos muitas lições no trato com a questão da crítica, tais como: 1- A crítica nem sempre tem a ver com condenação.
Precisamos ter um olhar crítico aos acontecimentos ao nosso redor e derredor. Nossa postura deve ser de não aceitarmos tudo o que for muito fácil e simples. Devemos colocar à prova todo o conhecimento, ou até mesmo “fofocas” e “estórias para boi dormir” que colocam diante de nós repetidas vezes. Nossa ação deve ser de crítica, a ponto de averiguarmos o que estamos sendo informados, pois se aceitarmos tudo o que ouvirmos seremos como “burro de carga” que só olha para frente em uma única direção.
2- A crítica nos atende primeiro e depois aos outros.
Repetidas vezes estamos preocupados com os outros, em criticar os outros e não enxergamos o pedaço de madeira que contém no olho do irmão. Esta é a expressão no sentido literal da palavra contida em Mt 7, 6.
A postura que nos leva a crítica deve nos levar primeiramente a nos criticar também. Olhar para as nossas ações como crentes em Jesus, possibilitam-nos entender onde estamos indo, para onde estamos indo e por que estamos indo. Com esta concepção intrínseca bem clara em nós, poderemos ser mais suáveis com os outros assim como somos na maioria das vezes conosco mesmos.
3- A crítica nos levar a primeiramente amar o nosso irmão.
No versículo 6, Jesus usa uma expressão ilustrativa, pois os porcos e os cães eram animais imundos para os judeus. Estes animais eram totalmente desprezíveis para os religiosos guardadores da Lei Mosaica.
Um judeu não convidaria um pagão para participar das suas festas religiosas, pois isto seria como atirar carne consagrada para o sacrifício a um imundo cão. Tampouco se arriscaria ao escárnio dos seus vizinhos gentios colocando diante deles “alimento” espiritual que eles não poderiam assimilar, pois isto seria como tentar alimentar imundos porcos com pérolas, sendo o único resultado que os porcos, achando intragáveis as pérolas, as calcariam sob os pés e se voltariam ferozmente contra os doadores. Darmos, ou oferecermos nossas pérolas como ajuda, conselho e preocupação serão inúteis a algumas pessoas que estão dispostas a não receberem qualquer tipo de ajuda.
O amor ao próximo deve ser o critério para toda e qualquer crítica, pois se nós não olharmos para o outro como se estivéssemos olhando para nós mesmos, nunca saberemos nos relacionar com nosso próximo, e inclusive ajudá-lo quando o mesmo precisar.
Enfim...
Que Deus nos ajude a entender a tomar as atitudes cabíveis quando nos relacionarmos com o próximo e com aqueles que realmente desejam e necessitam do nosso amor e atenção.
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