SIMPLESMENTE, CONFIE! (II)
A doença não tem a última palavra, confie. O divórcio não é o fim da sua vida, confie. A decepção não é a sua experiência definitiva nos relacionamentos, confie. A depressão não é o que lhe resta, confie. O desemprego não é para sempre, confie. Um diagnóstico desolador de câncer ou de qualquer outra doença não é o fim da vida, confie.
Ser reprovado numa prova, não ser chamado num concurso, ser vaiado numa apresentação, não ser recebido numa audiência, ser criticado injustamente, não ser aceito pelos amigos por causa de uma ideia ou de um ideal, ser substituído no trabalho, ser humilhado publicamente não será o seu fim. Confie!
Ter pesadelos à noite não poderá tirar a sua vontade de sonhar, confie. Ter insônia na madrugada não será sua condição eterna noturna, confie. Ter uma saudade quase que incurável não será o seu fim, confie.
Perder a liberdade. Perder a esperança. Perder a vontade de viver. Até mesmo perder um membro do corpo, ainda que seja levado por uma doença ou por uma bomba covarde... Essas experiências não serão o fim!
Para quem confia, o fracasso não tem poder para acabar conosco, nem a derrota de nos paralisar. O vale da sombra e da morte podem até se aproximar, mas não terão a última palavra. Nada que acontecesse com você é o fim. O melhor verbo para vivermos a vida é confiar.
O que nos parece o fim pode ser o começo. Hoje, por exemplo, é a sexta-feira da paixão de Cristo. É o fim para Jesus? Claro que muitos pensam que sim, mas para os que confiam na história bíblica, o domingo logo, logo, chegará. Para quem confia, por mais que experimente longas e tenebrosas sextas-feiras, isso não é o fim, pois o domingo às portas já se encontra. A ressurreição da vida e dos sonhos chegam com este admirável domingo. Simplesmente, confie!
© Diego Araujo
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Texto publicado originalmente no Gotas de esperança: devocionais em tempos de crise, via WhatsApp
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